quarta-feira, 1 de julho de 2009

Melhorias na base da pirâmide empresarial, mas e a reforma tributária?

Para as micro e pequenas empresas do setor industrial, consideradas como a base da pirâmide deste setor finalmente poderão adquirir a formalidade com um lucro não afetado diretamente pelos impostos segundo a nova lei geral de micro e pequenas empresas, com lei complementar tornando-a juridicamente mais segura.
Com isso pode-se elevar os números de empregos formais, diminuindo cada vez mais o grande número de empregos informais existentes no país. Este fator beneficia a todos (empresários, governo e empregados): Os empresários poderão usufruir de um lucro justo e também investir para o crescimento. O governo terá um maior controle dos índices de emprego e do PIB (Produto Interno Bruto), e continuar investindo na atividade econômica do país. Os empregados terão “benefícios” que não possuem em um emprego informal (registro em carteira, previdência social, salário desemprego), mais segurança e planejamento mensal das obrigações individuais.
Por outro lado, a reforma (substituição) tributária, faz com que as empresas antecipem os pagamentos dos impostos. A intenção é a prevenção contra a sonegação, mas quem paga por isso?
As micro e pequenas empresas pagarão por isso, e com certeza a base empresarial será a mais afetada. Quem precisa e deseja migrar da informalidade para a formalidade deverá levar estes valores em consideração.A iniciativa é boa, porém o sistema tributário brasileiro ainda é muito complexo. A próxima etapa está visível não é mesmo?

Referências: Cosmo On Line

01/07/2009 - Agência Sebrae de Notícias

30/06/2009 - Agência Estado

Imagens:
www.jornale.com.br

www.gacc.org.br

www.chicolopes.com.br

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